quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ter ou não ter um segundinho(a)???

Hoje eu trago mais um assunto discutido num dos grupos de mães do facebook... Olhem só, meninas, vocês me inspirando novamente! Ter ou não ter um segundo filho?


Eu teria muitos motivos para querer ter um segundinho ou segundinha:
  1. A gravidez da Maria Luísa foi muito tranquila. Apesar dos enjôos e outros sintomas normais, eu tive uma gestação saudável e sem sustos.
  2. Eu curti demais estar grávida! Tinha um orgulho danado da minha barriga! Amei sentir os movimentos do bebê, cuidar do enxoval, fazer muitas, muitas fotos... Ia ser demais viver isso tudo novamente! E eu ainda ia poder fazer o que não fiz da primeira vez, tirar as fotos que não tirei... kkkkk
  3. O meu parto foi ótimo, do jeitinho que eu planejei.
  4. A Maria Luísa veio ao mundo com muita saúde e fofura! Foi o momento mais feliz da minha vida!
  5. Amamentar foi uma experiência maravilhosa para mim e eu sinto muita saudades...
  6. A Malu foi um bebê super tranquilo, principalmente, nos primeiros meses (aqueles que todo mundo diz que são os piores!)
  7. O meu corpo não mudou muito (eu disse muito, tá?), eu perdi o peso ganho na gravidez super rápido, não fiquei com estrias...
  8. A Maria Luísa é uma criança linda, super esperta e tagarela, a alegria da nossa casa e das nossas vidas! Eu ia adorar ter mais uma menininha ou um menininho com a mesma carinha (ou talvez eu pouco mais parecido com a mãe, só para variar! kkkkk).
Mas ai vem os motivos para não querer:
  1. A Malu é ainda muito bebê, dependente da mamãe e do papai. Se fosse ter outro eu gostaria de esperar mais uns 2 ou 3 anos...
  2. Daí o problema seria a minha idade... Hoje estou com 39 anos... Sei que muitas mulheres engravidam aos 40 anos ou mais tarde ainda, mas uma gestação nessa idade é mais difícil de acontecer pelas vias naturais e envolve mais riscos.
  3. A questão financeira pesa muito... Imagina duplicar os gastos com escola, vestuário, alimentação, saúde, etc. Eu ia querer dar para o segundinho(a) o mesmo que a Malu teve ou ainda mais e seria bem difícil...
  4. A falta de estrutura de apoio: faz muita falta não ter uma avó, tia ou outra pessoa de confiança para ajudar nos momentos que a gente precisa ou quer dar uma saidinha sem o baby. E uma empregada doméstica então! É o meu sonho, não ter que me estressar mais com a limpeza da casa, roupas, etc.  
  5. Acho que eu não teria saúde mental e física para dar conta de casa, marido, trabalho e dois filhos, principalmente, nessa fase em que a Malu testa os nossos limites ao máximo com os seus ataques de birra.
Então, hoje, a opção minha e do papai é que a Malu seja filha única. E será que isso é ruim para ela? Ao contrário do que a gente imagina, não. Olha só o que diz essa matéria da Revista Crescer:

Foi-se o tempo em que ser filho único era sinônimo de ser mimado. O mito nasceu em 1896 com o livro “Of Peculiar and Exceptional Children, do psicólogo americano Granville Stanley Hall e influenciou pesquisadores durante décadas. Nele, o especialista descrevia os filhos únicos como pouco sociáveis e superprotegidos.

Recentemente, no entanto, novos trabalhos surgiram mostrando que não existem diferenças significativas no desenvolvimento emocional dos filhos criados sozinhos daqueles educados com irmãos. E mais: um estudo feito pela Universidade de Essex, na Grã-Bretanha, com mais de 100 mil pessoas em 40 mil lares, revelou que filhos únicos são mais felizes do que aqueles que têm irmãos.

Segundo a coordenadora da pesquisa Mas Gundi Knies, as principais razões para chegar a esse resultado é que o filho único não precisa lutar pela atenção dos pais, não sofre bullying dos irmãos mais velhos, nem recebe apelidos maldosos. Além disso, tem todo o investimento dos pais, ou seja, sobra mais dinheiro para se investir na educação da criança.

Se o problema era aprender a dividir, é preciso levar em conta que a realidade mudou. Há 20 anos, a maioria das mães não trabalhava e conseguia acompanhar os filhos o tempo todo. Nesse caso, um filho único teria toda a atenção para si. “Atualmente, é cada vez maior o número de mães que trabalham e a criança tem que aprender a dividir a atenção dos pais com outras prioridades”, diz Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP) e colunista da CRESCER.

Outra mudança está na idade em que as crianças entram na escola. Se antes elas começam a estudar aos 6 anos; hoje, é comum irem para o berçário com 1 ano apenas. E essa é uma nova chance de conviver com outras crianças, fazer amigos e, de novo, aprender a compartilhar.

“Os filhos únicos ainda saem ganhando porque aprendem a ficar sozinhos e esse momento é importantíssimo para pensar, imaginar e formar a própria identidade”, completa Rita. O mais importante, com ou sem irmãos, é que a família seja unida. Isso, sim, é garantia de felicidade!

Pode ser que mais tarde a nossa decisão mude (por enquanto, não há nada que impeça). Além disso, uma outra forma de gerar um filho, que é a adoção, não está descartada. Pode ser que o segundinho ou segundinha venha do coração, mais tarde, se as coisas melhorarem.  

11 comentários:

  1. Luciana eu teria sim um segundinho, só não planejo pois ainda preciso consertar a vida, arrumar um parceiro e me estabilizar financeiramente.
    Pense, quando o segundinho nascer a Malu teria 3 anos, é uma idade boa, já é mais independente e poderá até te ajudar com a chegada do novo bebê.
    Boa sorte na escolha.
    beijos

    www.viniciusmamaequedisse.blogspot.com.br

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    1. Olá, Regiane
      Torço para que os seus planos se concretizem e venha o segundinho ou segundinha!
      Beijos!

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  2. Lu eu também quero muito um outro (a) filha, não faço planos, espero Deus me mandar

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  3. Eu sonho muito com um segundinho, terceiro... mas soho só, não faço planos quanto à isso.
    Tenho 1 irmão, e ele é muito importante pra mim, meu amor por ele chega à doer, acho que nunca brigaremos um dia... ele é tão importante pra mim quanto meus pais são, e sou muito feliz de tê-lo, por isso desejo o mesmo para a Isabella, que ela tivesse um vínculo tão forte assim com um irmãozinho...
    Penso que, quando eu estiver caducando, a Isabella terá toda a responsabilidade de estar comigo, me ajudar, e acho uma sobrecarga muito grande pra ela só. Espero que eu nunca precisa de cuidados, mas acho que famílias com vários irmãos devem dividir essa tarefa.

    Bjão Lu, que a sua decisão seja a mais acertada para sua família.

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    1. Que legal você ter essa ligação tão forte com o seu irmão, Cláudia! Certamente, é um bom motivo para você querer dar um irmãozinho ou irmãzinha para a Bella. Tomara que o seu sonho se torne realidade.
      Beijos!

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Lu, tbm fico pesando as vantagens e desvantagens. Mas a questão emocional minha e financeira da família acredito serem as que tem peso maior, então fico s[o com o Kaleb também, pelo menos por enquanto rs.

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    1. Pois é, Mi, a questão financeira pesa demais hoje em dia... Por isso é bom pensar bastante mesmo.
      Beijos!

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  5. Eu nem tenho mais pensado...sabe, tenho em minha mente algo muito estranho, eu não saberia dividir o amor. Sei que depois que a criança nasce isso passa, mas é muito difícil pra mim.

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    1. Ari,
      Eu te entendo. É um amor tão grande, né?
      Beijos e obrigada pela visita!

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