sexta-feira, 28 de junho de 2013

Receita - Bolo de milho com côco

A partir de hoje eu vou publicar um post novo para cada receitinha sem leite testada e aprovada, depois ela vai para a página de Receitas sem Leite. Acho que assim dou o devido destaque que elas merecem, né? kkkkk

Bom, vou começar com um bolo ideal para essa época de festas de São João: Bolo de milho com côco.

Mas antes, deixa eu falar um pouco sobre os bolos...

Até pouco tempo atrás os meus bolos eram verdadeiros desastres, mesmo quando eu utilizada leite de vaca nas receitas, eles não cresciam, não ficavam fofinhos e muito menos gostosos... Mas de um tempo para cá, acho que acertei a mão, descobri um jeito fácil de fazer (no liquidificador) e tenho feito muitas delícias para a minha pequena. Por isso, vocês vão ver muitas receitas de bolos por aqui.

Ah! Substituir o leite de vaca nas receitas de bolo é muito mais fácil do que a gente imagina, podemos usar:

  • Suco de frutas.
  • Água.
  • Leite de côco puro ou dissolvido em um pouco de água (eu prefiro usar dissolvido).
  • Leites vegetais (de soja, de arroz, de aveia ou outro da sua preferência). Eu não gosto de usar leite de soja, porque acho que ele altera o sabor do bolo).

Agora vamos à receita para uma forma pequena (cerca de 20 cm de diâmetro):

Ingredientes:
2 ovos
3/4 xícara de açúcar
1/3 xícara de óleo
3/4 xícara de leite de coco dissolvido em um pouco de água
3/4 xícara de farinha de trigo
3/4 xícara de flocos de milho pré-cozido
Coco ralado à gosto
1 colher de sopa rasa de fermento em pó

Modo de fazer:
Bater no liquidificador os ovos, o açúcar, o óleo e o leite de cco dissolvido. Depois misturar a farinha de trigo, os flocos de milho, o côco ralado e o fermento. Levar ao forno pré-aquecido na temperatura média (180/200º) em forma untada por cerca de 20/30 min. ou até que espetando um palito, este saia limpo.

Para formas maiores, podem ser usados 3 ovos, 1/2 xícara de óleo, 1 xícara dos demais ingredientes e 1 colher de fermento mais cheia.

Bolo de milho com côco

Espero que vocês gostem!

Beijos e bom final de semana!

* Use sempre produtos da sua confiança e que você tenha informações sobre os alergênicos. Em caso de dúvidas, consulte o SAC.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Nem 3 meses e tanto carinho

O Lu, mãe da Malu não completou nem 3 meses de vida ainda, mas tem recebido tanto carinho! A cada postagem publicada recebo comentários aqui no blog e também no facebook e isso tem me inspirado a escrever cada vez mais, tá quase virando um vício! kkkkk

Ontem tive uma grata surpresa quando uma amiga que não encontro a algum tempo, a Gabriela Sperb (para mim Gabi), indicou o Lu, mãe da Malu no seu Um Blog sobre o tempo neste post aqui. Mas além da lembrança, o que me deixou mais feliz foi a maneira como ela o descreveu: "como uma declaração de amor à maternidade". Obrigada, Gabi! Eu não tinha essa pretensão, mas fico muito feliz em estar passando essa mensagem para que me visita ou acompanha. 

Pegando carona no texto da Gabi, acho maravilhoso vivermos nesse mundo conectado que nos permite estarmos em contato com quem está longe, expormos nossas ideias e compartilhamos experiências com vivem as mesmas situações (ou não!). 

E foi graças à maternidade que eu entrei para esse mundo, primeiro no fórum do Baby Center, um cantinho especial que participo até hoje, e depois nos grupos do facebook e aqui no blog. 

É bom demais fazer parte desse mundo! Realmente, eu me encontrei nele!

Fica a dica: Não deixem de conhecer o Um Blog sobre o tempo. A Gabriela, é advogada e mãe do Guilherme e da Ana, tem um estilo todo próprio de escrever e eu me divirto muito com os seus textos. 









quarta-feira, 26 de junho de 2013

Mudança à vista!

Na próxima semana a Malu irá mudar de escolinha... E o coração da mamãe aqui está apertado como quando ela foi para a escola pela primeira vez...

A Malu foi para a escola com 8 meses, se adaptou super rápido (até mais rápido do que a mamãe! kkkk). A escola foi importante demais no desenvolvimento dela, foi lá que ela deu os primeiros passinhos, aprendeu a falar muita coisa, cantar, dançar, passou das papinhas para as comidinhas mais sólidas... 

Mas em função de mudanças no trabalho do papai, que deixou de trabalhar no Centro, a logística para levá-la e pegá-la da escola está muito complicada. Este é o motivo da mudança.

A nova escola parece ser muito boa, é uma escola pequena, mas muito aconchegante. Localizada perto de casa, num terreno amplo, todo cercado e com um gramado cheio de brinquedos, duas casinhas de boneca, tem também salas arejadas, banheiro adaptado para os pequenos, refeitório e é muito limpa. Tem um bom projeto pedagógico e temos boas referências da Coordenadora e das professoras.

Ontem estivemos lá para conversar com a Coordenadora sobre alguns detalhes da alimentação da pequena. Em função da APLV, o cardápio precisa de algumas pequenas adaptações. Além disso, precisamos da garantia da escola que eles estão cientes dos cuidados que precisam ter na hora da preparação dos alimentos e de servir. As professoras também precisam estar sempre atentas para evitar que ela coma o lanche de um amiguinho, por exemplo. 

Para deixar tudo bem claro, vou aproveitar uma ideia que vi no blog Alergia Leite de Vaca (aqui) e fazer um documento com todas as informações sobre a alergia da Malu.

A Malu foi junto na escola e adorou correr pelo terreno, brincou um pouco, mas não quis saber de ficar longe do papai.

Já estamos preparando o espírito da pequena para a mudança... Estamos conversando com ela, falando que ela vai mudar para aquela escola cheia de brinquedos, que vai fazer novos amiguinhos, etc, etc... Mas sabemos que não será uma mudança fácil para ela... Ontem, depois do banho, eu estava conversando com ela e sabem o que ela me disse? "- A Malu vai ficá tiste"... Imaginem só como ficou o meu coração...

Mas temos que ter pensamento positivo! Ela vai passar por um período de adaptação de alguns dias e vai precisar de todo o nosso apoio e segurança! Se Deus quiser, vai dar tudo certo!

Semana que vem eu volto para contar como está sendo.

* Ah! Encontrei uma matéria bem interessante sobre a escolha da escola aqui.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Festa Junina na escola

No último sábado (22/06) tivemos festinha junina da escola da Maria Luísa. Foi a segunda festa junina da vidinha da Malu, ano passado ela tinha um pouco mais de 1 aninho, ainda não andava, até que curtiu bastante, mas nada se comparado a esse ano!

Minha caipirinha no ano passado
Dança do Pau-de-fita com a mamãe

Esse ano ela estava numa expectativa tão grande para a festa! Um mês antes já estava falando que ia dançar (acho que por conta dos ensaios na escola), que ia usar vestido, que os amiguinhos também iam na festa...

No dia ela estava toda animada, ficou feliz da vida com o vestido de caipirinha (o mesmo do ano passado reciclado pela mamãe! kkkkk) e os lacinhos no cabelo! 

Chegando no local da festa (uma associação muito legal, bem espaçosa), ela era só animação! Quando viu a primeira amiguinha, então, não queria saber de mais nada! Nem de comer! Tinha almoço, um carreteiro super gostoso, mas a Dona Malu mal comeu umas 3 colheres (e olha que ela é boa de garfo!)... Só queria saber de ir atrás dos amiguinhos!

Brincou no pula-pula, fez a apresentação de dança com as professoras e os coleguinhas (uma belezinha!), dançou muito, correu, assistiu a apresentação do Boi-de-Mamão. 

Só mais tarde, pediu "papá" e acabou comendo um pouco de sopa que a escola tinha feito para os bebês, mas logo, perdeu o interesse e passou a comer pipoca e paçoca. 

Só levamos um pequeno susto, pois uma mãe, querendo agradar, deu um doce para ela! Quando vi, ela já estava com ele na boca e eu sem saber se tinha leite na composição... Mas ela não gostou, eu ofereci uma paçoca em trocar e ela aceitou! * O doce era um mandolate, que na verdade não tem leite, é feito de mel, açúcar, claras de ovos e amendoim... Mas na hora, eu não tinha essa informação!

Lá pelas 4 horas fomos embora, todos bem cansados, mas felizes! Ano que vem tem mais!

Caipirinha mais linda da festa!
Com o papai
Com a mamãe
No pula-pula
Apresentação do Boi-de-Mamão
Roubando pipoca
Brincando de roda com as amiguinhas
Abraçando a amiguinha Maria Clara

Malu dançando sua primeira quadrilha:

video



sexta-feira, 21 de junho de 2013

Protesto materno - Por um país melhor para os nossos filhos

Depois do último post, eu não tinha a intenção de voltar a falar nesse assunto, mas não tenho como evitar!

Ontem o povo foi para a rua novamente de Norte a Sul do País na maior manifestação popular dos últimos 20 anos! Em Florianópolis, cerca de 30 mil pessoas protestaram de forma pacífica, na maior parte do tempo, mas houve confronto de uma minoria com a Polícia, após 5 horas de interdição das pontes que ligam a Ilha ao Continente.

Manifestantes em Florianópolis

Pontes que fazem a ligação da Ilha ao continente foram interditadas por 5 horas

Depois de uma semana de intensas manifestações, alguns resultados foram alcançados, como a redução dos valores das tarifas do transporte público em algumas cidades. Além disso, os holofotes do mundo inteiro estão voltados para o Brasil.

Apesar de toda a beleza desse momento que estamos vivendo, que certamente entrará para os livros de história que a Malu irá estudar na escola, eu tenho algumas preocupações (mãe tem sempre que estar preocupada com alguma coisa, né?).

Primeiro, com a violência que tomou lugar dos protestos pacíficos em muitas cidades. Eu sei que os confrontos são causadas porque uma minoria não respeita o patrimônio público e privado, obrigando a Polícia a reagir, mas as consequências estão sendo muito sérias: gente ferida ou morta, destruição, saques, insegurança.

Preocupo-me também com os rumos que as coisas irão tomar... Agora que o objetivo inicial foi atingido, com a diminuição do valor das tarifas do transporte coletivo em algumas cidades e o MPL (Movimento Passe Livre) afirmou que não irá mais convocar manifestações. Quais serão as reinvidicações? Quem irá liderar estes movimentos, uma vez que vivemos uma revolução sem líderes, apartidária, sem bandeiras específicas. Como atender à tantos anseios ao mesmo tempo? Como trazer a normalidade à vida das pessoas?

Não, eu não estou dizendo que quero que as manifestações parem! Eu quero que continuem, mas de forma pacífica, sem vandalismos e respeitando os direitos dos cidadãos (como o de ir e vir, entrar e sair da cidade!) e com reinvidicações justas e cabíveis, como a retirada da PEC-37, punição dos mensaleiros, maiores investimentos em educação e saúde.
O que vai acontecer, eu não sei, vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos...
Este post faz parte da blogagem coletiva do Protesto Materno.


Como surgiu o Protesto materno:

“O Protesto Materno surgiu da vontade de mães fazerem algo pelo país, já que nem todas podem ir para as ruas com o seu filhote. O movimento começou com a adesão de mães blogueiras (mais de 200), que postam em seus blogs nessa sexta-feira suas visões e opiniões sobre o movimento legítimo e democrático que toma conta das cidades! O protesto reúne outras centenas de mães conectadas – que já estão divulgando o manifesto virtual via redes sociais – e as que decidiram levar essa união materna de volta para as ruas.

O intuito é engrossar as manifestações pacíficas que estão acontecendo pelo Brasil, apoiando mudanças além dos 20 centavos e que, sem dúvida, podem fazer da nação verde-amarela um lugar melhor para nossos filhos. Lutamos por educação, saúde, segurança, menos impostos, um basta a corrupção e impunidade.

Nem precisa ser mãe para divulgar o banner e a tag #protestomaterno, criados para representar a iniciativa – que pertence a todas as famílias brasileiras! Mas que fique claro; isso não é apenas a circulação de um banner bonitinho; é a união de pessoas realmente preocupadas com o futuro dos filhos!
Já são mais de 200 blogs maternos participantes, com o apoio de movimentos nas ruas de várias cidades.

Participe, exija seus direitos de cidadão, mas lembrando que os manifestos são pacificos, portanto nada de violência !!!!!

#protestomaterno #mudaBrasil #acordabrasil #vemprarua #ogiganteacordou


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Sobre os protestos e o Brasil que eu quero para a Malu

Nos últimos dias temos acompanhado as manifestaçoes que estão acontecendo por todo o Brasil, não se fala em outra coisa nas redes sociais e nas ruas, até a Copa das Confederações ficou meio apagada... Então, fiquei pensando se deveria ou não escrever sobre isso, já que esse blog não tem a finalidade de falar sobre política, eu não sou uma entendedora do assunto, sou apenas uma mãe... Mas pensei, pensei e decidi que não posso simplesmente fazer de conta que não sei de nada, afinal o futuro do país que a minha filha vive está em jogo!

Ontem, dia 18 de junho, milhares de manifestantes protestaram nas ruas aqui de Florianópolis. Foi um protesto pacífico na maior parte do tempo, apesar de desagradar à muitos pelo fato de terem impedido a entrada e saída da Ilha por cerca de 1 hora e meia, se não mais. 


Manifestantes caminhando sob as pontes que ligam a Ilha de Florianópolis ao continente

Em outras cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, os protestos iniciaram na segunda-feira e se repetiram ao longo da semana, mas nem sempre foram pacíficos. Viu-se muita violência por parte da Polícia, totalmente despreparada, e a depredação do patrimônio público e privado por uma minoria de vândalos.
A causa dos protestos? Inicialmente, o aumento das tarifas de ônibus, mas a coisa tomou proporções bem maiores! Com as palavras de ordem "Não são apenas 0,20 centavos!" os protestos criticam a condução política do país, a corrupção, a falta de estrutura na saúde e educação, os gastos públicos com as obras para as Copas das Confederações e do Mundo, enfim, as manifestações são causadas pela grande insatisfação da população brasileira que chegou ao seu limite!
Mas a situação acabou ficando um pouco confusa, alguns canais de TV continuam tentando manipular a opinião pública salientando apenas o lado negativo das manifestações, como os transtornos causados à população e os atos de vandalismo, oportunistas estão como “jacaré” tentando pegar “onda” e se beneficiar, a Dilma acabou sendo acusada de culpada de tudo e até em impeachment estão falando...
O que eu penso de tudo isso?
  • Talvez essas manifestações não dêem em nada, daqui a pouco o povo cansa e fica tudo do jeito que está...Mas eu gostaria que servisse para mudar alguma coisa no país para que o futuro da minha filha e de outras criança fosse um pouco melhor! Se diminuisse, ao menos um pouco, a corrupção que assola esse país, muito mais recurso público poderia chegar ao destino e serem aplicados na saúde, na educação, no transporte, na construção de estradas, etc.
  • Eu não vou entrar nessa onda de “Fora Dilma”, por que não acredito que isso vá resolver algum problema... O Collor saiu e adiantou alguma coisa?
  • Os políticos devem ficar com medo do que vai acontecer nas urnas em 2014 (isso se o povo não sofrer de amnésia coletiva outra vez!)
  • O movimento já serviu para o mundo ver que o Brasil não é um paraíso...
  • Precisamos ficar de olho, porque enquanto a gente se distrai com tudo isso, eles estão para votar a PEC-37 (Emenda constitucional que impede que o Ministério Público de investigar os políticos.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Malu e os vídeos infantis

Como toda criança da geração dela, a Malu é super ligada em tecnologia e ama assistir vídeos infantis! Já foi muito fã da Galinha Pintadinha, dos Pequerruchos, do Cocoricó, ficava com os olhinhos fixos no Bebê Mais e hoje os seus preferidos são A Casa do Mickey e Patati Patatá.

Confesso que desde que ela era bem bebezinha, muitas vezes recorri a esses milagrosos DVD´s para poder fazer as atividades da casa, comer ou tomar banho (E que mãe ou pai nunca fez isso? Hã? Hã?).

Amo essa foto! A Malu tinha um pouco mais de 1 aninho.
Olhem só a bagunça e a alegria dela assistindo Bebê Mais!
Ainda hoje, levamos o tablet como "último recurso" quando ela não quer mais ficar sentada na mesa do restaurante e não queremos que fique em pé na cadeira ou saia correndo entre as mesas! kkkkk

Assistindo Cocoricó na pizzaria

Ela não costuma assistir à programação da TV aberta, mas, vez ou outra, a TV está ligada e quando nos damos conta ela está assistindo... Percebi que ela se assusta com matérias sobre violência que passam nos noticiários, questiona o que está acontecendo na novela, fica preocupada e quer chorar porque as pessoas caem nas "vídeo cacetadas" (vídeos que não tem nada de engraçado mesmo, né?). 

Isso fez eu me questionar se é bom ou ruim deixá-la assistir à TV... Fui pesquisar um pouco sobre o assunto na net e me deparei com essa informação: 

“De acordo com os médicos da Academia Americana de Pediatria (AAP em inglês), o uso de DVDs e vídeos infantis para distrair as crianças pode interferir na capacidade da criança falar, atrasando todo o processo”.

Ops! Como assim? A Malu fala pelos cotovelos!

Então, para o meu alívio encontrei essa matéria do Baby Center (Ah, sempre o querido Baby Center me ajudando tanto!) e dela vou tirar alguns trechos:

Pense na TV, no DVD ou em filmes e programas no YouTube como se fossem açúcar: você até deixa seu filhinho consumi-lo, mas com moderação.

Como fazer da TV e dos filminhos um instrumento de aprendizado:
Controle o tempo
Crianças menores de 2 anos não devem assistir mais do que 15 minutos por vez. Para os maiorzinhos, como a Malu, 1 hora de TV por dia é o máximo.

Escolha os programas
Prefira escolher o programa que o seu filho irá assistir, use DVD´s ou deixe gravado. Assim você evita que ele assista programas inadequados para a idade dele.

Prefira programas calmos e tranquilos
Programas muito agitados irão deixar a criança agitada também, enquanto que programas violentos podem assustar a criança.

Assista TV junto com o seu filho
Desta forma você pode aproveitar o momento para interagir com a criança, ajudá-la a entender o que está vendo e reforça o aprendizado. O papai faz isso muito bem com a Malu!

Uma coisa que a matéria não menciona, mas que é uma preocupação minha, é que a criança não deve ficar para parada, assistindo a TV por muito tempo. A Malu adora dançar, cantar e isso é muito bom para o seu desenvolvimento.

Malu dançando a "Mickeydança"

Dicas aprendidas, agora é só colocar em prática: 
  • Precisamos observar mais o tempo que a Malu passa assistindo vídeos e DVD´s, principalmente nos finais de semana.
  • Evitar deixar que ela assista os programas que não são adequados para ela, como noticiários, novelas, etc., nem que para isso mamãe e papai deixem de assistir.
  •  Continuar assistindo os filminhos com ela, como já fazemos! 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

As descobertas dos finais de semana

O post de hoje é pura "corujice"... Mas que mãe não é coruja de vez em quando?


Para quem não sabe, a Maria Luísa fica na escola o dia inteiro, ela sai de casa com o papai antes das 8 horas da manhã, volta depois das 18 hs e dorme às 21 h, então, durante a semana, o nosso tempo com ela é um pouco reduzido.

Mas nos finais de semana tiramos todo o atraso passando o máximo de tempo juntos, eu, ela e o papai. Brincamos muito, assistimos TV, descansamos, passeamos... E são nesses dias que nós descobrimos o quanto a nossa Malu está se desenvolvendo!

Nesses dois últimos finais de semana ela tem me surpreendido com o seu vocabulário e ideias! Eu não vou lembrar de tudo o que ela andou falando e fazendo, mas gostaria de registrar algumas coisas:
  • No domingo passado ela me pediu macarrão. Do nada, olhou para mim e falou "- macarrão, mamãe", eu perguntei se ela queria jantar macarrão e ela disse que queria. Mais tarde, quando ela viu que eu estava preparando o macarrão dela, ficou toda feliz e foi correndo contar para o papai - "a mamãe tá fazendo macarrão que a Malu pediu!".
  • Ontem depois do banho, enquanto eu a secava, ela cobriu o rosto com as duas mãozinhas e falou - "Malu tá tiste", eu perguntei - "porquê, filha?" e ela me respondeu "poque tá!"
  • Ela anda usando algumas expressões típicas dos adultos, como "- não acredito!" e é muito engraçado!
  • Conversa com os brinquedos e fala "- não pode bater no amiguinho, viu?"... Porque será que ela anda falando isso??? kkkkk
  • Canta várias músicas inteirinhas... Pintinho amarelinho, Minhoca, Cinco Patinhos, o tema da Micheydança entre outras...
  • Conhece todos os personagens de A Casa do Michey e acompanha a chamada no início do programa... Mickey, Minnie, "Magarida", "Donadi", Pateta, "Puto". É uma graça!
  • Chega em casa chamando as nossas cachorras... "Niiiiinaaaa, Kiiiiissaaaaa, vem"!
  • Repete tudo o que a gente fala, é um perigo! Ontem escapou um "que saco" e não deu outra, Dona Malu repetiu na hora! kkkkk
Estou curtindo demais essa fase da Malu! Apesar de sentir saudade do tempo que ela era bebezinha, ver o quanto ela está se desenvolvendo bem me enche de orgulho! Só ela mesmo para conseguir mudar o meu humor e me fazer escrever um post assim cheio de alegria em plena segunda-feira! kkkkk

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Os preparativos da festa de 2 anos da Malu

Este post está um pouquinho atrasado, já passou mais de 1 mês do aniversário da Malu, mas acabo sempre escrevendo sobre outros temas e deixando esse de lado... Então vamos voltar no tempo só um pouquinho e falar como foram os preparativos da festa de 2 anos da Malu!

Quando a Maria Luísa completou 1 aninho, nós contratamos uma empresa, a Exibida Eventos, para organizar toda a festa. Não tivemos trabalho nenhum, a única coisa que a mamãe fez foram as lembrancinhas e sacolinhas de guloseimas das crianças. A festa foi linda, um sonho realizado!

Mas esse ano o orçamento era menor, então decidimos fazer a festa em casa somente para a família e amigos mais íntimos, cerca de 30 convidados adultos e 10 crianças.

Apesar de ser uma comemoração simples, eu queria fazer uma festa bem caprichada, como a Malu merece! O tema escolhido foi Minnie vermelha e não podia ter sido melhor escolha! A Minnie é um charme só e a Malu ama de paixão!

O convite, as artes dos personalizados e o varal com as letras do nome da Malu foram feitas pela amiga e comadre virtual Bruna Gomes da BUBU ARTS (veja perfil no facebook).

As lembrancinhas foram potinhos de papinha com jujubas, tubetes com MM´s, calendários-imã com a foto da Malu e sacolinhas de guloseimas para as crianças.

O bolo fake foi o grande destaque da decoração. Eu decidi fazer um bolo fake depois de pesquisar os preços de bolo de pasta americana e achar tudo muito caro. Primeiro tentei fazer com EVA, mas não me acertei. Mudei então para tecido, que é muito mais fácil de manusear e dá um efeito lindo! Vou descrever o passo-a-passo do bolo fake num próximo post, ok?

A toalha de mesa e o painel fiz em TNT. A dica para que a decoração feita com esse material fique bonita, é comprar um TNT de boa qualidade. Eu tive que jogar fora um pedaço de TNT que comprei numa loja que não costumo comprar, pois era todo manchado e com partes transparentes, sem condições de usar para fazer o painel. O TNT de boa qualidade tem cores vibrantes e a trama sem falhas, muito semelhante a um tecido.

Eu aluguei as mesas, cadeiras, toalhas de mesas e cobre-manchas, além das bandejas e porta-retrato de provençal.

Os docinhos, salgadinhos e o bolo foram encomendados, mas eu fiz cupcakes de chocolate e laranja sem leite de vaca e docinhos de leite de côco para a Malu (você encontra as receitas aqui). Fiz também gelatina com suco de uva integral para as crianças e carne-louca que fez o maior sucesso!

No dia da festa a correria foi muito grande! Acordamos cedo, eu fiz a cobertura dos cupcakes que tinha assado no dia anterior, fui ao salão fazer uma escova no cabelo e passamos a tarde inteira montando a festa. Quando terminamos tudo, deu tempo só de tomar um banho e os primeiros convidados já estavam chegando.

Eu, o papai e a Malu usamos camisetas personalizadas com a foto da aniversariante feitas pela Catavento Fotografia. Na hora do parabéns, a Malu usou um vestidinho com a estampa da Minnie e uma Melissa. 

Como toda festa em casa, por mais que a gente se programe, sempre acaba acontecendo um emprevisto... Eu esqueci de colocar o brigadeiro à jato na mesa no início da festa e quando coloquei, ele não funcionou. Eu tinha feito no dia anterior e deixado na geladeira, ele ficou muito grosso e não passava pelo bico da embalagem, mas servi em copinhos e estava uma delícia!

Uma das melhores coisas que fizemos foi contratar um garçon para servir os convidados. Ele era super ágil e simpático, conseguiu dar conta de esquentar e servir os salgadinhos, cortar os pães e montar sanduíches com a carne-louca, servir as bebidas e até estourar pipoca! Não sei o que teria sido da festa sem ele, pois a Malu resolveu ficar grudada em mim ou no pai o tempo todo.

A recreação também foi ótima! Assim como na festa do primeiro ano, contratamos a Festerê. Dois recreadores divertiram a criançada com brincadeiras, pintura facial, esculturas de balão e teatrinho de fantoches (a Malu fala dos personagens do teatro até hoje!).

Antes do parabéns, nós passamos o vídeo de retrospectiva dos 2 aninhos da Malu (Ficou tão lindo, veja  aqui).

Quando a festa terminou, eu e o papai estávamos muito cansados e prometemos nunca mais fazer festa assim em casa! Mas eu confesso que adoro festa e amei ter cuidado de todos os detalhes da festa da Malu. Sou suspeita em falar, mas acho que ficou tudo lindo, pelo menos os convidados e amigos que viram as fotos elogiaram bastante! Ano que vem, se puder, eu faço tudo de novo... Estou até pensando no tema... kkk Que o papai não leia isso...

Aqui estão as fotos:
O convite

A mesa pronta
 
Bolo fake
 
Personalizados
Docinhos

Cuupcakes sem leite de vaca
  
Docinhos sem leite de vaca

Mamãe, papai e Malu com as camisetas personalizadas

Enfeite de mesa
 
Sacolinha de guloseimas

Calendário-imã
Detalhe: Ele vai de maio/2013 a abril/2014

Apagando a velinha

A aniversariante toda linda de vestido da Minnie e Melissa


  






quinta-feira, 13 de junho de 2013

Dia dos Namorados à 3!

Essa semana estou inspirada... É um post por dia! kkkkk

O assunto mais comentado ontem e hoje nas redes sociais foi o Dia dos Namorados e no blog não podia ser diferente, né?

Eu sempre falo que a Maria Luísa veio para mudar tudo nas nossas vidas e isso inclui a maneira como mamãe e papai comemoram o Dia dos Namorados também... Nada de jantar em restaurantes com música ao vivo e uma interminável fila de espera, mas com criatividade e amor a data não passa em branco!

No dia 12/06/2011 a nossa princesa estava com um pouquinho mais de 1 mês e nos acompanhou num Almoço de Dia nos Namorados no restaurante Porto do Contrato. Ela se comportou tão bem, dormiu praticamente o almoço todo.

Primeira vez da Malu num restaurante

Olhem só que coisinha mais fofa no bebê-conforto!



Ano passado, ela já estava maiorzinha, ficou um pouquinho com a mamãe e o papai e depois foi dormir... Se não me falha a memória, comemoramos com um fondue de queijo e um bom vinho tinto!
Noite dos Namorados 2012

Esse ano a mamãe resolveu fazer um jantarzinho especial em casa... A Malu não participou porque dorme cedo e o cardápio não era muito adequado para a idade dela... Mas ela assistiu seu desenho preferido e depois foi nanar...
  
Malu assistindo A Casa do Mickey

Eu estava louca para fazer um risoto de funghi, receita do meu irmão Marcello e foi a oportunidade ideal. Só fiz algumas alterações na receita dele: usei vinho tinto ao invés do branco, tirei a carne do risoto e fiz medalhões de filet mignon. Ficou divino!

Olhem só a fumacinha...

Mamãe e papai brindando... Esse ano faltou uma foto com a Malu... :(

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ter ou não ter um segundinho(a)???

Hoje eu trago mais um assunto discutido num dos grupos de mães do facebook... Olhem só, meninas, vocês me inspirando novamente! Ter ou não ter um segundo filho?


Eu teria muitos motivos para querer ter um segundinho ou segundinha:
  1. A gravidez da Maria Luísa foi muito tranquila. Apesar dos enjôos e outros sintomas normais, eu tive uma gestação saudável e sem sustos.
  2. Eu curti demais estar grávida! Tinha um orgulho danado da minha barriga! Amei sentir os movimentos do bebê, cuidar do enxoval, fazer muitas, muitas fotos... Ia ser demais viver isso tudo novamente! E eu ainda ia poder fazer o que não fiz da primeira vez, tirar as fotos que não tirei... kkkkk
  3. O meu parto foi ótimo, do jeitinho que eu planejei.
  4. A Maria Luísa veio ao mundo com muita saúde e fofura! Foi o momento mais feliz da minha vida!
  5. Amamentar foi uma experiência maravilhosa para mim e eu sinto muita saudades...
  6. A Malu foi um bebê super tranquilo, principalmente, nos primeiros meses (aqueles que todo mundo diz que são os piores!)
  7. O meu corpo não mudou muito (eu disse muito, tá?), eu perdi o peso ganho na gravidez super rápido, não fiquei com estrias...
  8. A Maria Luísa é uma criança linda, super esperta e tagarela, a alegria da nossa casa e das nossas vidas! Eu ia adorar ter mais uma menininha ou um menininho com a mesma carinha (ou talvez eu pouco mais parecido com a mãe, só para variar! kkkkk).
Mas ai vem os motivos para não querer:
  1. A Malu é ainda muito bebê, dependente da mamãe e do papai. Se fosse ter outro eu gostaria de esperar mais uns 2 ou 3 anos...
  2. Daí o problema seria a minha idade... Hoje estou com 39 anos... Sei que muitas mulheres engravidam aos 40 anos ou mais tarde ainda, mas uma gestação nessa idade é mais difícil de acontecer pelas vias naturais e envolve mais riscos.
  3. A questão financeira pesa muito... Imagina duplicar os gastos com escola, vestuário, alimentação, saúde, etc. Eu ia querer dar para o segundinho(a) o mesmo que a Malu teve ou ainda mais e seria bem difícil...
  4. A falta de estrutura de apoio: faz muita falta não ter uma avó, tia ou outra pessoa de confiança para ajudar nos momentos que a gente precisa ou quer dar uma saidinha sem o baby. E uma empregada doméstica então! É o meu sonho, não ter que me estressar mais com a limpeza da casa, roupas, etc.  
  5. Acho que eu não teria saúde mental e física para dar conta de casa, marido, trabalho e dois filhos, principalmente, nessa fase em que a Malu testa os nossos limites ao máximo com os seus ataques de birra.
Então, hoje, a opção minha e do papai é que a Malu seja filha única. E será que isso é ruim para ela? Ao contrário do que a gente imagina, não. Olha só o que diz essa matéria da Revista Crescer:

Foi-se o tempo em que ser filho único era sinônimo de ser mimado. O mito nasceu em 1896 com o livro “Of Peculiar and Exceptional Children, do psicólogo americano Granville Stanley Hall e influenciou pesquisadores durante décadas. Nele, o especialista descrevia os filhos únicos como pouco sociáveis e superprotegidos.

Recentemente, no entanto, novos trabalhos surgiram mostrando que não existem diferenças significativas no desenvolvimento emocional dos filhos criados sozinhos daqueles educados com irmãos. E mais: um estudo feito pela Universidade de Essex, na Grã-Bretanha, com mais de 100 mil pessoas em 40 mil lares, revelou que filhos únicos são mais felizes do que aqueles que têm irmãos.

Segundo a coordenadora da pesquisa Mas Gundi Knies, as principais razões para chegar a esse resultado é que o filho único não precisa lutar pela atenção dos pais, não sofre bullying dos irmãos mais velhos, nem recebe apelidos maldosos. Além disso, tem todo o investimento dos pais, ou seja, sobra mais dinheiro para se investir na educação da criança.

Se o problema era aprender a dividir, é preciso levar em conta que a realidade mudou. Há 20 anos, a maioria das mães não trabalhava e conseguia acompanhar os filhos o tempo todo. Nesse caso, um filho único teria toda a atenção para si. “Atualmente, é cada vez maior o número de mães que trabalham e a criança tem que aprender a dividir a atenção dos pais com outras prioridades”, diz Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo (SP) e colunista da CRESCER.

Outra mudança está na idade em que as crianças entram na escola. Se antes elas começam a estudar aos 6 anos; hoje, é comum irem para o berçário com 1 ano apenas. E essa é uma nova chance de conviver com outras crianças, fazer amigos e, de novo, aprender a compartilhar.

“Os filhos únicos ainda saem ganhando porque aprendem a ficar sozinhos e esse momento é importantíssimo para pensar, imaginar e formar a própria identidade”, completa Rita. O mais importante, com ou sem irmãos, é que a família seja unida. Isso, sim, é garantia de felicidade!

Pode ser que mais tarde a nossa decisão mude (por enquanto, não há nada que impeça). Além disso, uma outra forma de gerar um filho, que é a adoção, não está descartada. Pode ser que o segundinho ou segundinha venha do coração, mais tarde, se as coisas melhorarem.  

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Técnicas para ensinar o bebê a dormir??? Não, obrigada!!!

Hoje vou trazer para o blog um assunto que foi discutido num dos grupos de mães que participo no facebook: a Super Nanny e as suas técnicas.

Ok, eu já assisti vários programas e fiquei impressionada em ver como ela consegue transformar uma família que vive no caos com três ou quatro crianças totalmente sem educação, uma mãe a beira de um ataque de nervos e um pai ausente numa família linda e feliz, digna de comercial de margarina!

Mas, como mãe, não posso concordar com algumas das suas técnicas... Deixar uma criança chorando sozinha no quarto para que aprenda a dormir, por exemplo, para mim não faz o menor sentido!

Não é só a Super Nanny que prega as maravilhas desse tipo de "técnica", antes da Malu nascer eu li o livro "Nana Nenê" que tem a mesma filosofia.

A única coisa que consigo concordar com a Super Nanny e que também faz parte do método Nana Nenê é quanto o estabelecimento de uma rotina com horários mais ou menos fixos (eu disse mais ou menos, viu?) para alimentação, banho, dormir, etc. Desde que a Malu nasceu, eu fiz isso e não me arrependo, acho que me ajudou na organização e fez bem para ela.

Mas deixar chorando no berço, pelo mínimo de tempo que fosse, não me parecia (e nem parece hoje) certo! Eu não consigo ouvir minha filha chorar sem sair correndo para atendê-la. E foi o Dr. Carlos Gonzales, pediatra espanhol, autor do livro Besame Mucho que me fez entender porque eu faço isso até hoje. Segundo o pediatra,  os bebês choram porque isso faz parte da natureza deles, é um instinto de sobrevivência. E a mãe corre para socorrê-lo porque isso está nos seus genes (pelo menos deveria estar). Além disso, os bebês não precisam aprender a dormir, eles sabem fazer isso muito bem, precisam é se sentirem acolhidos, amados, protegidos. Então, imagina o que sente um bebê que não tem noção de espaço e tempo abandonado num quarto escuro até dormir de cansaço? E porque motivo uma mãe deveria deixar de seguir o seu instinto de proteção para que o filho aprenda alguma coisa?

Isso não quer dizer que eu não tive os meus momentos de dúvida, tive sim! Noites em que eu me senti cansada por estar embalando a Maria Luísa (uma bebê bem pesadinha) ou quando ficava por mais de uma hora sentada na poltrona de amamentação até ela adormecer no meu colo, mas quando a colocava no berço ela acordava... Nesses momentos eu me questionei se não devia ter aplicado tais métodos.... Mas graças a Deus, segurei firme!

Até um pouco antes de completar 2 anos, a Maria Luísa adormecia no meu colo, mas começou a demorar muito para dormir, parecia não encontrar uma posição confortável e sempre acordava quando eu a colocava no berço, isso estava sendo muito cansativo para mim porque ela está bem pesada, né? Então percebi que estava na hora dela adormecer sozinha. Mas como fazer isso sem apelar para os famosos métodos? Resolvi seguir o meu instinto de mãe.

Coloquei ela no berço e sentei na poltrona de amamentação bem do ladinho. Ela choramingou um pouco, ficou de pé, pediu colo, mas não chorou, e eu fiquei falando que estava ali, que ela podia dormir tranquila, peguei a sua mão. Logo ela sentou, brigou mais um pouco com o sono, mas depois deitou e dormiu. Só dai eu sai do quarto.

No segundo dia comprei um travesseiro novo para ela com a estampa de um anjinho e cheirinho de camomila. Ela adorou! E quando fomos para o quarto ela me surpreendeu falando -"mamãe senta na potrona e Malu nana beço". Ela tinha entendido o processo! Fiz a mesma coisa, ela deitou, mas de vez em quando levantava a cabeça para ver se eu ainda estava lá, até que adormeceu.

Assim, foi por uma semana... Voltei a poltrona para o lugar dela (um pouco mais afastada do berço), mas continuei sentando lá e ficando até ela adormecer.

Mais uma semana com tudo dando certo e eu falei que ia sair do quarto um pouquinho e já voltava. Assim fiz alguns dias, depois expliquei que ia arrumar as coisas na cozinha, apaguei a luz, dei boa noite e sai do quarto. Desde então faço isso todas as noites e ela adormece sozinha, numa boa.

Desde que iniciei esse processo ela passou a querer levar os "amiguinhos" preferidos para dentro do berço que são a Minnie, o Patati, às vezes um ursinho, a Julia (uma boneca que comprei quando ainda estava grávida) e o coelhinho Dudu, além da amiguinha de berço. Entendi que isso é uma necessidade dela, uma maneira de não se sentir sozinha, então deixo, mesmo sabendo que não é muito legal porque os brinquedos acumulam poeria e ácaros, mas depois que ela dorme, eu tiro os brinquedos menores e deixo só a Minnie e o Patati nos pés do berço.

Adoro quando ela me diz - "Ba note, mamãe", me dá beijinhos e abraços antes de eu colocá-la no berço! Ainda quero gravar isso para guardar para sempre! E sinto muito orgulho de ter tido paciência e feito um processo de transição tranquilo, sem choro e com ela entendendo tudo o que estava acontecendo.

Não sei se esse processo dá certo para todas as crianças, mas aconselho as mães que querem ensinar as crianças a adormecerem sozinhas sem choro ou traumas, que tentem fazer a mesma coisa. Lembrando que é preciso ter sempre muita paciência e explicar o que está acontecendo. As crianças entendem mais do que a gente pode imaginar! Se mais alguém fizer e der certo, não esqueça de me contar!

Para encerrar vou confessar uma coisinha só para vocês: Apesar de feliz e saber que foi uma mudança necessária, sinto tanta saudade de quando ficava com ela no colo... Vai entender cabeça de mãe! kkkkk Mas sei que curti bastante, foram muitas as noites que eu fiquei admirando a minha cria e agradecendo a Deus pela sua saúde. Esses momentos vão ficar para sempre na minha memória!







terça-feira, 4 de junho de 2013

Alergia à proteína do leite x Intolerância à lactose

Olá!

Talvez você que convive comigo já esteja cansado(a) de saber que alergia à proteína do leite (APLV) é diferente de intolerância à lactose, mas, infelizmente, quase todos os dias eu encontro pessoas que pensam que são a mesma coisa ou que confundem as duas patologias. Existem também aquelas que pensam que são problemas psicológicos ou ainda frescura da mãe, mas essas, graças a Deus, não são do meu convívio! kkkk

Então, ai vai mais um post para ajudar a esclarecer as coisas...

Alergia à proteína do leite de vaca (APLV)

O que é?Reação alérgica à(s) proteína(s) do leite de vaca
Em que idade é mais comum?Muito mais comum em crianças, especialmente em bebês. Adultos raramente têm alergia à proteína do leite de vaca.
Quais os sinais e sintomas?Um ou mais dos seguintes sintomas: vômitos, cólicas, diarréia, dor abdominal, prisão de ventre, presença de sangue nas fezes, dermatites (vermelhidão na pele, descamação, pequenas bolhas e “pele grossa”), problemas respiratórios (asma, chiado no peito e rinite) e emagrecimento. Podem ocorrer em minutos, horas ou dias após a ingestão de leite de vaca ou derivados, de forma persistente ou repetitiva. 
Como é feito o diagnóstico?Pelo médico, por meio da observação dos sintomas. Alguns exames podem ajudar, mas o diagnóstico é confirmado apenas pelo “teste de desencadeamento”, que consiste na observação da reação do paciente à retirada do leite de vaca e derivados com posterior reintrodução desses alimentos.
A mãe pode continuar amamentando o filho no peito?SIM, e DEVE. Neste caso, a mãe que amamentar deve seguir uma dieta especial, sem leite de vaca e derivados, sempre sob a orientação de um médico ou nutricionista.
Se o bebê não estiver mais mamando no peito, é preciso que ele siga alguma dieta especial?SIM. É necessária a exclusão completa do leite de vaca e seus derivados, além de todos os alimentos preparados com leite. ATENÇÃO aos alimentos industrializados, que podem conter leite ou ingredientes derivados (como, por exemplo, caseína, caseinato, soro do leite  ou proteínas do soro).
É preciso dar algum leite ou fórmula especial?SIM, apenas para os bebês que não estiverem sendo amamentados. O médico irá indicar uma dieta especialmente desenvolvida para alergia alimentar.
ATENÇÃO – leite de cabra ou de outros mamíferos (ovelha, búfala) também podem causar reações alérgicas e não são indicados para APLV.
O bebê voltará a ter uma vida normal?Metade das crianças com alergia à proteína do leite de vaca melhora por volta de 1 ano de idade. A maioria (90%) está curada ao completar 3 anos. São poucas as pessoas que continuam alérgicas por toda a vida.


Intolerância à lactose

O que é?Dificuldade do organismo para digerir e absorver o açúcar do leite (lactose)
Em que idade é mais comum?É mais comum em adultos do que em crianças. Com o avançar da idade, existe uma tendência natural ao desenvolvimento da intolerância à lactose.
Quais os sinais e sintomas?Diarréia, cólicas, distensão abdominal (barriga estufada) e náuseas são os mais comuns e podem ocorrer em minutos ou horas após a ingestão do leite de vaca.
Como é feito o diagnóstico?Pelo médico, por meio da observação dos sintomas. Em alguns casos são solicitados exames específicos.
A mãe pode continuar amamentando o filho no peito?SIM. O leite materno deve ser sempre o principal alimento oferecido ao bebê. É muito raro ocorrer intolerância à lactose durante o aleitamento materno.
Se o bebê não estiver mais mamando no peito, é preciso que ele siga alguma dieta especial?SIM, quantidades pequenas de leite de vaca e seus derivados geralmente são toleradas, sendo permitido o consumo de alimentos que contenham um pouco de leite, como bolachas, bolos, entre outros.
É preciso dar algum leite ou fórmula especial?SIM, apenas para os bebês que não estiverem sendo amamentados. Para crianças até 1 ano, utilizar fórmulas especiais isentas de lactose. Acima de 1 ano, produtos com baixo teor de lactose são bem tolerados.
O bebê voltará a ter uma vida normal?A maioria das pessoas continua com intolerância à lactose por toda a vida.Mas, se o bebê tiver intolerância à lactose provocada por uma diarréia prolongada, talvez melhore após algum tempo e, então, poderá voltar a consumir leite de vaca.

Fonte: www.alergiaaoleitedevaca.com.br

Então, amigos, só para reforçar:
  • Não existe alergia à lactose e nem intolerância à proteína!
  • Produtos com baixa lactose ou isentos de lactose não podem ser consumidos por pessoas alérgicas, pois podem possuir a proteínas do leite. 
  • Mãe (ou pai) de alérgico precisa ler o rótulo dos alimentos detalhadamente (por menor que seja a letra e por mais que seja chamada de chata!), pois o leite pode estar presente nos alimentos com outros nomes (caseína, caseinato, lactoalbumina, lactoglobulina, lactulose, proteínas do soro, soro de leite, etc.). 
  • Criança alérgica não pode tomar leite e nem consumir derivados. O leite está presente também em muitos alimentos como: achocolatado, bebida láctea, biscoitos e bolachas com leite, bolos e pães, chantilly, chocolate, creme de leite, doce de leite, iogurte, leite condensado, leite fermentado, leite em pó, manteiga, margarina, queijos, sorvete com leite, etc. É difícil? Sim, é, mas não é impossível viver sem esses produtos, pois existem muitos substitutos no mercado e uma alimentação saudável quase nunca precisa deles!
  • E por fim, para uma criança alérgica, "um pouquinho só" pode desencadear uma reação grave! Nunca ofereça alimentos a uma criança alérgica, sem o consentimento da mãe ou pai.